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Trabalho e Morfologia

As criações devem ser encaradas como um processo selectivo, a questão principal é ter bem definido o objectivo daquilo que pretendemos alcançar e a sua obtenção com a máxima eficácia, por se dizer, devemos saber em matéria de cruzamentos, as razões das nossas escolhas e o que esperamos obter com a ninhada;

Na selecção é importante usar ferramentas, como princípios genéticos e a genealogia, a genética trabalha com percentagens e probabilidades mas a criação é também uma arte, o olho-canino, um dom que muitas vezes se sobrepõem à ciência;

Os reprodutores devem ser sempre os Exemplares Superiores, cães saudáveis e livres de problemas congénitos. Só é possível selecionar boas linhas, a partir de bons cães, a probabilidade de criar melhores exemplares será muito superior se começar com cães com qualidade comprovada no seu programa de criação;

Um cachorro que afortunadamente nasceu com boas características de um cruzamento com pais de fraca qualidade, é pouco provável que seja um bom reprodutor, o acaso não é o caminho certo;

Não é possível obter determinada característica num cachorro se esta não estiver presente no código genético dos pais; tentar corrigir um defeito de um cão cruzando-o com o seu oposto, não irá originar necessariamente um resultado médio, biologia não é matemática; . (ex. Cruzar um cão de focinho longo com um cão de focinho curto, não resultar necessariamente em cães de focinho médio) 

Pode desliguar a música aqui
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